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quinta-feira, 19 de junho de 2014

A humanidade tem sido desafiada a testemunhar duas transições importantes que afetam profundamente a sociedade



A humanidade tem sido desafiada a testemunhar duas transições importantes que afetam profundamente a sociedade: o advento da sociedade do conhecimento e a globalização”. (Moran).
A aprendizagem torna-se significativa quando encontramos uma situação de resolução de problemas. É um paradigma de ensino-aprendizagem, que coloca o aluno como foco central dessa interação, e torna-o capaz de construir seu conhecimento a partir da solução de problemas.
Não se trata apenas de buscar a resolução do problema, mas entender a finalidade e utilidade da situação questionada e quais os objetivos de aprendizagem. Constitui-se de uma atitude de construção do conhecimento em que todas as etapas utilizadas são fundamentais e não apenas o resultado final obtido. Os alunos devem identificar a partir da situação, quais são os objetivos de estudo, para a solução da dificuldade em questão. Estimular o aluno a ser um constante pesquisador, é sem dúvida uma das tarefas que a aprendizagem fundamentada nessa abordagem pode realizar. Deve haver coerência entre os motivos e as finalidades no trabalho escolar.
Em um sistema de significação onde a ordem social é comunicada, reproduzida, experimentada e explorada, existe diálogo e interação. A realidade é produzida, alimentada, restaurada e transformada.
Ao contrário do modelo transmissor e bancário de ensino (que não implica a interatividade e participação e sim a cópia e a reprodução de tarefas), o modelo ou paradigma da resolução de problemas pressupõe como linha norteadora a participação e a informação como alicerce do exercício da democracia, fazendo o vínculo indivíduo-sociedade, formando uma comunidade de aprendizagem.
No estudo dessa abordagem pedagógica é necessário que o professor faça a descrição clara do problema, estabeleça as metas esperadas para a solução, administre o tempo esperado para a resolução e identifique a importância ou significância da tarefa em relação aos objetivos. Para tanto, seguiremos algumas etapas: identificação do problema (isto proporciona alta possibilidade de ser resolvido); observação (reconhecimento dos aspectos do problema); análise (descoberta das principais causas); ação (para eliminar as causas a concordância de todos é fundamental para a colocação da ação em prática); verificação (da eficácia da ação, comparação entre as situações “antes e depois” das ações a serem executadas); padronização (a definição de responsabilidade precisa ser estabelecida, a fim de verificar se os padrões estão sendo firmemente cumpridos para evitar a repetição de problemas); conclusão (revisão das atividades e planejamento para um trabalho futuro, refletir sobre as coisas que transcorreram bem e mal durante a melhoria das atividades).
Ao analisarmos a situação de aprendizagem a ser resolvida, a priori, elaboraremos uma parte de descrição e outra de previsão. É necessário indagarmos, que problema cada aluno tem para resolver? O que o aluno precisa saber para compreender a dificuldade? O que precisa saber para resolver a questão? Que tipo de controle o discente tem sobre sua ação?
Desta maneira, a abordagem é a informação e a estratégia é a distribuição de tarefas para serem cumpridas pelos alunos. A aprendizagem, neste momento, abre espaço para que os educandos possam pensar e julgar por si, desenvolvendo o pensamento, a autonomia e a criatividade. Possibilitando assim, que os aprendizes, ao determinarem, opinarem, debaterem, tornam-se protagonistas, tendo compromisso com o social, buscando a sua identidade como sujeitos históricos e culturais. Na mediação do professor está o segredo para desencadear o processo de construção da aprendizagem, através da resolução de problemas de forma intencional, sistemática e planejada, potencializando ao máximo as capacidades do aluno.
Ref: José Carlos Libâneo, A didática e a aprendizagem do pensar e do aprender

Por
Amélia Hamze
Profª. UNIFEB- CETEC
ISEB-Barretos
Colunista Brasil Escola


FICHA DE AUTOAVALIAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS



ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO 9 DE MAIO
FICHA DE AUTOAVALIAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS     
                                                                                                                                   DATA:_____ / ______/ 2014
DISCIPLINA:  Matemática

Nome :                                                                                                                                                Turma: 17

Sim            
Às vezes
Não






1. Leio, compreendo o texto, identifico os dados principais do problema e consigo resolvê-lo.









2. Tenho dificuldade para compreender o texto do problema, mas identifico os dados principais e tento resolvê-los, porém, se não consigo, procuro ajuda.









3. Tenho muita dificuldade para compreender o texto e identificar os dados principais do problema









4. Peço ajuda ao professor quando tenho dificuldade.









. 5. Tenho muita dificuldade para compreender o texto e identificar os dados principais e  não me interesso em pedir ajuda para  resolvê-lo.









6. Registro no caderno todas as atividades  propostas em aula.









7. Registro às vezes no caderno as atividades mas não revolvo as questões.









 8. Presto atenção nas aulas, mas não vejo necessidade de copiar  e fazer os exercícios propostos.



9 Converso bastante com meus colegas, e não presto atenção nas explicações do professor.









 10. Gosto de desafios e procuro resolvê-los.









11. Tento resolver os exercícios, mesmo que o considere difícil e trabalhoso.









12. Tenho dificuldade para me concentrar nas aulas.









13. Tento resolver os exercícios.








A DISTRAÇÃO ESCOLAR



A distração escolar tem sido ligada a
distúrbios neurológicos

O índice de crianças e jovens com problemas de aprendizagem tem evoluído de forma surpreendente nos últimos anos. Essa situação era anteriormente diagnosticada pelos profissionais da educação simplesmente como uma falta de comprometimento nos estudos por parte do aluno e dos responsáveis. A interferência da medicina criou um leque de observações comportamentais que, fundadas em diversas situações vivenciais, detectou que parte dos problemas de aprendizagem estava ligada a problemas neurológicos relacionados ao córtex pré-frontal.
O córtex pré-frontal pertence ao lobo frontal, que também inclui o córtex motor e o pré-motor. Ele é responsável pelo pensamento abstrato e criativo, pela linguagem, respostas afetivas, emoções, socialização, vontade, atenção e realização de ações. Problemas nessa região geram indivíduos presos a estratégias ineficientes, que não conseguem criar mecanismos em situações de complexidade. Nesses casos, existe a comprovação de traumas do córtex pré-frontal, assim o indivíduo é tratado como uma pessoa que possui DDAH (Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade), mas em alguns casos não é comprovada a existência de hiperatividade.
Esse tipo de distúrbio cria situações nas quais a pessoa não controla impulsos comportamentais e possui imensa dificuldade de aprender com os erros cometidos. A distração é ponto negativo no processo de aprendizagem. Muitos alunos não conseguem concentrar nos assuntos ligados à aula, em razão da distração provocada pelo distúrbio, que às vezes necessita da utilização de remédios.
As escolas e os profissionais licenciados devem estar atentos a esse tipo de aluno, diagnosticando-os através de suas condutas ou, na dúvida, discutindo com os pais ou responsáveis sobre determinados comportamentos detectados fora do padrão normal. O aluno com DDAH não deve ser colocado mediante situações de pressão, pois quanto mais cobrado menor será seu rendimento. Essas pessoas necessitam de ambientes estimulantes, interessantes e exclusivamente tranquilos. A escola deve conscientizar os pais ou responsáveis de que eles possuem papel definitivo para o bom aprendizado do educando, buscando ajudá-lo nas tarefas diárias, optando pela metodologia do elogio e do estímulo.
No ambiente escolar os professores devem criar situações envolvendo atividades lúdicas, jogos educativos estratégicos, brincadeiras, textos envolvendo raciocínio lógico, trabalhos envolvendo interação social e convívio escolar. O aluno com DDAH necessita ter seu córtex pré-frontal excitado, para que sua funcionalidade seja totalmente colocada em prática. Isso deverá ser feito utilizando assuntos interessantes e estimulantes atrelados aos conteúdos dos livros didáticos.
O papel do educador é primordial e decisivo no contexto histórico de um aluno com déficit de atenção e hiperatividade, pois de acordo com os princípios da educação inclusiva e especial, todas as pessoas especiais ou com necessidade de oportunidade devem ter acesso a bens e serviços de qualidade em sua total integridade.


Modelo de parecer descritivo


                        ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO 9 DE MAIO
PARECER DESCRITIVO  DISCIPLINA MATEMÁTCIA 2º TRIMESTRE 2013
 O aluno:                                                                                                                Turma:
PARECER DESCRITIVO:    Participa  das atividades propostas em aula. Registra os conteúdos em seu caderno. Realiza parcialmente as tarefas em sala de aula. Com base nos objetivos trabalhados no 2º trimestre, e nas atividades propostas foi possível observar que o aluno não atingiu os objetivos propostos: pois apresentou as seguintes dificuldades:
OBJETIVOS NÃO ALCANÇADOS:
ü  FUNÇÃO QUADRÁTICA
·            Reconhece parcialmente uma função quadrática;
·         Reconhece parcialmente o valor máximo ou mínimo de uma função quadrática com base no gráfico e na representação algébrica;
·           Utiliza parcialmente as notações matemáticas/
·            Calcula parcialmente o valor numérico de uma função;
·          Interpreta parcialmente representações, como gráficos;
·          Constrói gráficos da função do 2º grau; com restrições;
·          Tem dificuldade para determinar os zeros das funções do 2º grau;
·          Necessita desenvolver aprendizado  que envolvam conceitos de funções.

LISTAGEM DE CONTEÚDOS: Função quadrática   f(x) = ax2+ bx + c
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS:  
Anexo polígrafo com o conteúdo de recuperação do 2º trimestre contendo especificamente questões desenvolvidas em sala de aula, individualmente durante 16 períodos no mês de AGOSTO 2013, conforme diário de classe.
CONCLUSÕES:   
Conforme registros, o aluno não atingiu os objetivos proposto permanecendo com CPA.

                                      


RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO ATITUDINAL DO ALUNO



ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO POLITÉCNICO 9 DE MAIO
RELATÓRIO DE OBERVAÇÕES ATITUDINAIS
Disciplina Matemática                                                                 professor Claudio Cunha  -    
À Coordenação Pedagógica
Ass. Comunicação (faz)
             Considerando que o aluno é também o sujeito responsável pelo seu aprendizado.
             Considerando que é fundamental a compreensão  das atitudes abaixo citadas.
             Considerando  o trabalho pedagógico, de recuperação, do 3º trimestre.

NOME DO ALUNO: _______________________________________________ TURMA: ____

PERGUNTAS
SEMPRE
ÀS VEZES
RARAMENTE
NUNCA





1.  Costuma fazer perguntas




2.  Procura resolver problemas por seus próprios meios.




3. Registra no caderno  o conteúdo.




4. Comunica suas respostas com clareza




5. Realiza seus trabalhos com atenção.




6. É atento às explicações.




7. Faz as atividades e as provas com organização.




8. Demonstra autoconfiança para aprender




9. É assíduo às aulas.




10. Realiza as tarefas solicitadas.




11. Mantém a atenção numa mesma atividade




12.Acompanha o ritmo das atividades a serem copiadas em sala de aula.




 13. Realiza uma atividade por completo sem acompanhamento  direto do professor.




14.É distraído, o professor precisa chamar sua atenção para as atividades.




15. Realiza as tarefas, (aparentando desânimo e cansaço).




16. Demonstra interesse em participar das atividades propostas.




17.  Esta sempre disposto para brincadeiras  no momento em que deveria estar realizando as tarefas .




18 Costuma falar mais que o necessário, não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio.




19. Procura disfarçar agindo como se estivesse fazendo as atividades.




PARECER CONCLUSIVO:   
 O aluno expressa a construção satisfatória de aprendizagem. CSA
 O aluno expressa a construção parcial da aprendizagem. CPA.
O aluno expressa a construção restrita da aprendizagem. CRA